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Guardas Patrimoniais podem parar as atividades

Guardas Patrimoniais podem parar as atividades
Até o dia 29. Este foi o prazo solicitado pelo Governo do Estado, através da Casa Militar, para dar uma resposta sobre as reivindicações da Guarda Patrimonial. Dezenas de policiais e bombeiros atenderam ao chamado da Associação de Praças de Pernambuco (ASPRA - PE) e compareceram a Assembléia Legislativa na manhã desta quinta-feira (11.08).

Marcaram presença o presidente Jose Roberto Vieira, os diretores Luciano Falcão, Marcos Galindo, Salatiel Berto e Iranildo Lucas. Eles foram recepcionados na Assembleia Legislativa pelo Deputado Estadual Joel da Harpa que fez um discurso na casa e depois seguiu em caminhada com os guardas da Assembleia ao Palácio. O vice-presidente da Associação dos Cabos e Soldados (ACS-PE), Nadelson Leite, tambem prestigiou o ato.

Criada para proteger o patrimônio público, a Guarda Patrimonial vem sendo desviada de função. Alguns militares estão trabalhando em presídios e até mesmo postos de policiamento ou trânsito. "A guarda é composta por policiais e bombeiros aposentados da reserva remunerada que querem complementar a renda. Os deveres são os mesmos da ativa porém os direitos são diferentes", explica o presidente da ASPRA - PE, José Roberto Vieira.

Os guardas pedem o descongelamento da gratificação que recebem (não há aumento a oito anos), reajuste salarial igual a dos ativos, risco de vida, insalubridade e melhores condições de trabalho, com o fim dos desvios de funções. "O Governo paga quer R$ 4 mil a um segurança terceirizado e paga menos de um salário mínimo ao pessoal da guarda. Profissionais experientes e capacitados. Cansamos de ser mão de obra barata", conclui José Roberto.

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