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Do t√ļnel do tempo Almanak ano de 1874 para o ano de 1875 administrativo mercantil, industrial, e agr√≠cola, da prov√≠ncia de Pernambuco


Um pouco da hist√≥ria de nossa cidade nos almanak  de Pernambuco
Neste tempo Vict√≥ria  tinha um c ante o t
Também Santo Antão era uma freguesia
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Primeiro e segundo e terceiro distrito
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Como criar um link em seu blog blogueiro

              

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Um titulo de cidad√£o Vitoriense seria o melhor presente,Mestre Aderaldo completa 81 anos

No pr√≥ximo domingo (15) a Orquestra de Frevo Ciclone, regida pelo Maestro Givaldo, tocar√° o famoso e tradicional "parab√©ns pr√° voc√™" para uma das pessoas, no mundo da m√ļsica, mais respeitada de todo os tempos na nossa cidade.
Nascido no dia 15 de dezembro de 1932, na cidade de Barreiros, o senhor Aderaldo Avelino da Silva completar√°, no pr√≥ximo domingo (15), 81 anos. Mestre Aderaldo, como todos n√≥s o conhecemos quando veio morar em Vit√≥ria ensinou m√ļsica no Instituto de Pacas. Na banda Euterpe 3 de Agosto, at√© 1994, contribuiu de forma denodada.
Praticamente todos os m√ļsicos, com origem vitoriense, que hoje atuam de maneira profissional na √°rea, foram alunos do Mestre Aderaldo. Sendo assim, al√©m "parab√©ns pr√° voc√™", a Orquestra Ciclone vai exibir o frevo de rua, composi√ß√£o deGivaldo Barros, Jadson Willam (filho do mestre) e Severino Luis, "Aderaldo no Frevo". Parab√©ns aos Mestre Aderaldo.

Legalização da maconha no Uruguai não altera segurança na fronteira do Brasil

Legaliza√ß√£o da maconha no Uruguai n√£o altera seguran√ßa na fronteira do Brasil - Elza Fi√ļza/ABrAo comentar a legaliza√ß√£o da maconha no Uruguai, o ministro da Justi√ßa, Jos√© Eduardo Cardozo, disse que n√£o ser√£o necess√°rias novas medidas para garantir a seguran√ßa na fronteira do pa√≠s com o Brasil. "O nosso plano de fronteiras j√° tem √™xitos indiscut√≠veis do ponto de vista de apreens√£o e fiscaliza√ß√£o. √Č uma √°rea que o Brasil est√° cuidando, independente das pol√≠ticas adotadas em qualquer pa√≠s de nossa fronteira", disse o ministro.

Cardoso disse ainda que cada pa√≠s segue sua din√Ęmica nas discuss√Ķes sobre a legaliza√ß√£o da droga. "O Uruguai est√° seguindo este caminho e o Brasil segue o seu. Isso tem que ser respeitado. A discuss√£o continua na sociedade, existe a experi√™ncia em v√°rios pa√≠ses e os governos v√£o avaliando e participando dos debates para tomar as medidas que acharem necess√°rias", disse o ministro no lan√ßamento do Sistema Nacional de Informa√ß√Ķes de Seguran√ßa P√ļblica, Prisionais e sobre Drogas, o Sinesp.

Sobre os recentes epis√≥dios de viol√™ncia na Arena Joinville, Cardozo contou que vai se reunir hoje (12) com o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, para discutir uma pol√≠tica unificada de seguran√ßa nos est√°dios brasileiros. Para ele o que aconteceu no s√°bado (8) √© inaceit√°vel. "√Č poss√≠vel adotar experi√™ncias da Copa das Confedera√ß√Ķes, a serem implementadas nos est√°dios de forma permanente", disse o ministro.

Segundo Cardozo, o plano de seguran√ßa para Copa do Mundo j√° foi testado na Copa das Confedera√ß√Ķes e est√° dentro das regras e dos padr√Ķes de efici√™ncia da Fifa. Na reuni√£o de amanh√£ ser√£o discutidos apenas aspectos envolvendo os jogos dos campeonatos nacionais e estaduais, a defini√ß√£o dos pap√©is dos envolvidos – clubes, torcidas organizadas, prefeitura – e as alternativas para coibir a viol√™ncia entre as torcidas nos est√°dios. "O que aconteceu em Joinville √© repugnante e o Estado brasileiro n√£o pode ficar omisso diante disso".link

Vitoriense Osman Lins







ATRIBUTO A OSMAN LINS


Por que, cidad√£o vitoriense,

Você não valoriza o que é seu?

Por que, se para alguém acontecer,

√Č preciso dizer "Adeus"

E ser reconhecido l√° fora.

Descubra sua cultura agora,

Valorize sua cultura, primeiro.

Não deixe que estado ou país estrangeiro

Faça isso por você.

Sábio não é exportar talentos.

Só um povo sem sentimentos

N√£o consegue ficar atento


Gravat√° se veste para o Natal

O centro ganhou ilumina√ß√£o especial, al√©m de enfeites . At√© o dia 29, haver√° programa√ß√£o festiva (Divulga√ß√£o/Prefeitura de Gravat√°)Anjos, guirlandas, sinos, √°rvores de natal e muita luz. Aos poucos a cidade de Gravat√° se veste para o Natal, pra√ßas est√£o sendo decoradas, casas enfeitadas e as expectativas em torno da festa universal aumentam a cada dia. A Prefeitura, atrav√©s da Secretaria de Turismo, preparou uma vasta programa√ß√£o para os festejos natalinos, que come√ßam neste s√°bado, dia 7, seguindo at√© o dia 29 de dezembro. Um m√™s repleto de comemora√ß√Ķes com Cantatas natalinas, autos de natal e apresenta√ß√Ķes culturais v√£o encher de brilho o Natal de Canto e Luz. 

Confira a programação:


Data: 07 / 12
Hora: 17:00 horas
Local: Polo Moveleiro

Abertura do Natal
Inauguração oficial da Decoração e Iluminação
Chegada do Papai Noel em carro antigo
Desfile de grupos de cultura popular
Concerto da Banda 15 de Novembro
Exposição de 30 Mesas Natalinas

A Festa de Reis
Monumental espet√°culo realizado pela companhia italiana STUDIO FEST, feito de acrobacias, dan√ßa a√©rea, grandes m√°quinas c√™nicas, v√≠deo-proje√ß√Ķes, conduzidos por uma linha dramat√ļrgica impactante e uma bel√≠ssima trilha sonora.


Data: 12 de Dezembro - Ensaio geral
13, 14, 15, 20 e 21 de dezembro - Espet√°culos
Hora: 19h
Local: P√°tio de Eventos Chucre Mussa Zarzar

Espet√°culo de Teatro
O Musical Infantil "Agora √© Tempo", estrelado pela atriz Giselle Tigre e grande elenco mostrando uma emocionante aventura com as folcl√≥ricas can√ß√Ķes do pastoril.
Data: 4 de dezembro
Hora: 16h
Mercado Cultural de Gravat√°


Noite de Natal de Canto e Luz
Cantata Natalina com corais e a participação dos cantores solistas: Norma Torres, Wilma Patrício, Carlinhos Cantor e Jarbas Travassos e apresentação teatral.

Data: 25 de Dezembro
Hora: 20h
Local: Prefeitura de Gravat√°


Natal do Alto do Cruzeiro
Encenação do Musical "Um Baile de Natal" com o Grupo Gravat'Art.
Concerto da Orquestra de Violinos dos Meninos do Morro do Bom Jesus de Caruaru.

Data: 22 de Dezembro
Hora: 17h
Local: Alto do Cruzeiro

 
Natal no Mercado Cultural
"Concertos com artistas gravataenses"

Dia 12 – Augustinho Pernambucano
Hora: 21h
Dia 13 – Gravat√° Jazz Trio
Hora: 21h

Dia 14 – Don Tronxo
Hora: 13h
Dinha Lins
Hora: 21h

Dia 19 –Andrea Santos
Hora: 21h

Dia 20 – Carlinhos Cantor
Hora: 21h

Dia 21 – Ricardo Moura
Hora: 21h
Local: Mercado Cultural de Gravat√°

Espetáculos de Dança
Dia 01 РArmas e Flores РGrupo de Dança Fyamma Gabriela.
Local: Estação do Artesão Р20h

Dia 26 
Espetáculos Natalinos promovidos pela Secretaria de Assistência Social.
Hora: 19h
Local: Memorial de Gravat√°

O Baile de Natal РCompanhia de Dança Gravat'Art.
Hora: 20h
Local: Memorial de Gravat√°

Dia 27РMovimento de Dança Wanderson José.
Hora: 19h30
Local: Memorial de Gravat√°

Dia 28 – Academia ArtDan√ßa – Prof. Rosiv√Ęnia Pereira
Hora: 19h30
Local: Memorial de Gravat√°

Dia 29 – Sentimentos e Emo√ß√Ķes – Escola de Dan√ßa Reverso.
Hora: 19h30
Local: Memorial de Gravat√°.link

Morre Nelson Mandela, líder antiapartheid e ex-presidente sul-africano

AFP

O ex-presidente da √Āfrica do Sul Nelson Mandela, conhecido mundialmente por sua luta contra o apartheid, faleceu nesta quinta-feira em Johanesburgo aos 95 anos.

'A nação perdeu seu maior filho', disse o presidente Jacob Zuma, ao anunciar a morte do líder sul-africano.

O primeiro presidente negro da √Āfrica do Sul, que lutou contra o regime de segrega√ß√£o racial vigente no pa√≠s at√© 1994, come√ßou em junho deste ano a ter complica√ß√Ķes decorrentes de uma infec√ß√£o pulmonar.

Mandela passou 27 anos na pris√£o por se opor ao regime do apartheid. Em 1994, quatro anos ap√≥s ser libertado e um ano ap√≥s receber o pr√™mio Nobel da Paz, foi eleito presidente da √Āfrica do Sul, promovendo um governo conciliador que n√£o exclu√≠sse a minoria branca.

Em 1999, Nelson Mandela encerrava seu mandato de presidente da √Āfrica do Sul, colocando fim a uma das mais fant√°sticas trajet√≥rias pol√≠ticas de todo o mundo.

Rolihlahla Dalibhunga, seu nome de batismo, nasceu em 18 de julho de 1918, na pequena vila de Mvezo, na regi√£o de Transkei, na √Āfrica do Sul. Uma professora lhe deu o nome em ingl√™s pelo qual ficou internacionalmente conhecido.

Ele era membro da tribo Tembu, parte da nação Xhosa. Pertencia ao clã Madiba, como era chamado por muitos sul-africanos.

Mandela formou-se em direito pela Universidade da √Āfrica do Sul em 1942 e estudou tamb√©m nas universidades de Fort Hare e Witwatersrand.

Em 1943, aproximou-se de militantes do partido CNA (Congresso Nacional Africano), que viria a ser uma importante for√ßa pol√≠tica de combate ao regime segregacionista do apartheid. Pelas m√£os de Gaur Radebe, Mandela passou a frequentar reuni√Ķes do partido e participou de um protesto contra o aumento de tarifas de √īnibus.

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Influências

Admirador do sistema pol√≠tico brit√Ęnico e de Mahatma Ghandi, no in√≠cio de seu contato com a pol√≠tica Mandela foi muito influenciado por Walter Sisulu, um companheiro na luta contra o apartheid.

'Walter Sisulu nunca perdia a cabeça em uma crise. Ele estava sempre em silêncio quando os outros estavam gritando', escreveu Mandela em sua autobiografia, Longa Caminhada para a Liberdade.

Em 1944, Mandela participou da formação da Liga Jovem do CNA, marcando oficialmente seu engajamento no partido.

Quatro anos depois, o Partido Nacional, liderado por Daniel Malan, venceu as elei√ß√Ķes na √Āfrica do Sul e estabeleceu em lei o que na pr√°tica j√° ocorria no pa√≠s: a segrega√ß√£o da popula√ß√£o negra.

A √Āfrica do Sul passou ent√£o a ser regida pelo apartheid, um sistema de domina√ß√£o que, como dizia a pr√≥pria ideologia do Partido Nacional, mantinha os brancos como senhores supremos dos negros.

Campanha de resistência

Em 1952, Mandela participou ativamente da campanha do CNA de resistência à nova legislação segregacionista. Quatro anos mais tarde, em meio à crescente movimentação contra o regime, o governo prendeu 156 ativistas do partido.

Eles foram acusados de traição em uma série de julgamentos que se arrastou até 1961. Mandela foi porta-voz do grupo durante o processo, e todos acabaram sendo absolvidos.

Em 1960, ocorreu o massacre de Sharpeville, em que dezenas de negros foram mortos quando a polícia abriu fogo contra uma multidão. Em seguida, o CNA foi colocado na clandestinidade, e Mandela foi preso.

Em 1961, ele foi libertado, passou a viver na clandestinidade e ajudou a fundar a ala militar do CNA, o Umkhonto we Sizwe, ou MK. Mandela chegou a ir para a Argélia receber treinamento militar, mas acabou sendo preso em 1962 por deixar o país ilegalmente.

Pris√£o

Já na cadeia, cumprindo uma pena de cinco anos, Mandela foi condenado à prisão perpétua por sabotagem no célebre julgamento de Rivonia.

Em seu testemunho durante o julgamento, ele atacou as leis sul-africanas que haviam deixado os negros quase sem direito algum e disse sonhar com o estabelecimento da democracia no país.

'Eu tenho o ideal de uma sociedade livre e democr√°tica', afirmou Mandela. '√Č um ideal pelo qual eu espero viver e que eu espero alcan√ßar. Mas, se for preciso, √© um ideal pelo qual eu estou preparado para morrer.'

Mandela ficou na pris√£o durante 27 anos, divididos entre os pres√≠dios de Robben Island e Pollsmoore. Apesar de mantido na cadeia, ele viu sua for√ßa pol√≠tica crescer ao longo dos anos e se tornou um s√≠mbolo mundial da repress√£o na √Āfrica do Sul.

Na década de 80, Mandela rejeitou uma proposta do então presidente P.W. Botha, que concordou em soltá-lo desde que ele renunciasse à violência como instrumento político.

Mandela respondeu dizendo que s√≥ poderia sair da pris√£o no dia em que todo o povo negro da √Āfrica do Sul tamb√©m se tornasse livre. Ele acabou sendo libertado em fevereiro de 1990, depois de dois anos de negocia√ß√Ķes secretas com o governo sul-africano.

Esse processo de transição, que levou ao fim do apartheid, rendeu a Mandela e ao presidente Frederick De Klerk o prêmio Nobel da Paz de 1993.

Prestígio

A √Āfrica do Sul ganhou uma nova Constitui√ß√£o, em que negros e brancos passaram a ter os mesmo direitos.

Depois de um difícil processo, em que o país foi palco de várias batalhas entre negros de diferentes etnias, em 1994 ocorreu a primeira eleição democrática da história sul-africana.

Nelson Mandela foi eleito o primeiro presidente negro do país e conseguiu manter seu prestígio até o fim do governo, em 1999.

Na √Āfrica, ele se tornou uma refer√™ncia em termos de pol√≠tica internacional e provocou pol√™mica ao visitar a L√≠bia em 1997.

Mandela irritou os Estados Unidos ao pedir que os pa√≠ses do Ocidente acabassem com as san√ß√Ķes econ√īmicas contra a L√≠bia (impostas por causa do suposto envolvimento l√≠bio com o terrorismo internacional).

Mandela conseguiu eleger como seu sucessor um herdeiro político, seu vice-presidente Thabo Mbeki.

Longe da Presid√™ncia, Mandela se tornou uma esp√©cie de embaixador do pa√≠s, liderando campanhas contra a Aids e lutando para que a √Āfrica do Sul sediasse a Copa do Mundo de 2010.

Tamb√©m se envolveu em negocia√ß√Ķes de paz em diversas partes do mundo, especialmente na √Āfrica, caso da Rep√ļblica Democr√°tica do Congo e do Burundi.

Reflex√£o

Em 2001, Mandela descobriu que tinha c√Ęncer de pr√≥stata. Tr√™s anos depois - aos 85 anos - anunciou que se retiraria da vida p√ļblica para 'refletir tranquilamente'.

'N√£o me liguem. Eu ligo para voc√™s', alertou, em tom de brincadeira, referindo-se aos in√ļmeros convites que recebe.

Parte de sua extraordinária popularidade se explica por seu carisma, bom humor e ternura apesar das dificuldades que enfrentou, não só em sua vida política mas também na pessoal.

Aos nove anos, ele perdeu o pai, vítima de tuberculose. Dos quatro filhos que teve com sua primeira esposa, Evelyn Mase, apenas a mais nova continua viva.

O filho mais velho, Madiba Thembekile, morreu aos 25 anos em um acidente de carro, enquanto Mandela cumpria pena de prisão que duraria 27 anos. Não foi permitida sua presença no enterro do filho. Sua mãe também morreu no período em que esteve preso.

O segundo filho do casal, Makgatho Mandela, foi v√≠tima, em 2005, de complica√ß√Ķes relacionadas √† Aids. A perda contribuiu para que Mandela se lan√ßasse em v√°rias campanhas de combate √† epidemia.

A terceira filha morreu aos nove meses, o que fez com que o casal batizasse a filha seguinte com o nome da irm√£ falecida, Malaziwe Mandela.

L√°pide

Além de Mase, Mandela também teve outras duas esposas. Em 1958, ele se casou com Winnie Madikizela, que teve um papel importante em sua libertação. Eles se divorciaram em 1992.

Em seu aniversário de 80 anos, Mandela se casou novamente - dessa vez com a moçambicana Graça Machel.

Ele fez raras apari√ß√Ķes p√ļblicas nos √ļltimos anos, e a principal delas foi na cerim√īnia de encerramento da Copa do Mundo da √Āfrica do Sul, em julho de 2010, quando ainda estava de luto pela morte da bisneta, que morrera dias antes ao sair de um evento ligado ao Mundial.

Em maio de 2012, ele participou das comemora√ß√Ķes do centen√°rio do CNA. Em agosto, foram divulgadas fotos do almo√ßo que teve em sua casa com a secret√°ria de Estado dos EUA, Hillary Clinton.

Em dezembro, porém, foi internado com uma infecção pulmonar.

Anos antes de sua morte, o ex-presidente sul-africano foi questionado sobre como gostaria de ser lembrado. Mandela afirmou que em sua l√°pide gostaria apenas que fosse escrito: 'Aqui jaz um homem que cumpriu o seu dever na Terra'.

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