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Convênio permitirá recuperação de casa mais antiga em Vitória de Santo Antão

Sobradinho Mourisco é um imóvel de dois pavimentos, feito de taipa (estacas de madeira e barro), com arquitetura de influencia árabe e tombado pelo Estado

O Sobradinho Mourisco foi construído em 1730 e encontra-se fechado / Hélia Scheppa / JC Imagem

O Sobradinho Mourisco foi construído em 1730 e encontra-se fechado

Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata pernambucana, quase sempre é lembrada como a terra da aguardente Pitú. Mas nem só de cachaça vive o lugar, distante 49 quilômetros do Recife. O município também se esforça para preservar suas raízes históricas. Convênio assinado este mês, entre a prefeitura e o Instituto Histórico e Geográfico de Vitória, vai permitir a recuperação da casa mais antiga da cidade, uma construção de 1730.

O Sobradinho Mourisco é um imóvel de dois pavimentos, feito de taipa (estacas de madeira e barro), com arquitetura de influencia árabe e tombado pelo Estado. Localizado na Rua Imperial, 81, Centro, é a sede da Academia Vitoriense de Letras, Artes e Ciência. Porém, pelo precário estado de conservação, encontra-se fechado. A prefeitura prometeu liberar R$ 14 mil, em sete parcelas, até o fim deste ano, para execução da obra.

"Começaremos o serviço segunda-feira próxima", diz o presidente do Instituto Histórico, Pedro Férrer. "Vamos trocar as madeiras estragadas, consertar as telhas e pintar as paredes, sem alterar a originalidade da casa", acrescenta. O sobradinho pertence ao instituto, que conta com R$ 1,2 mil em caixa para iniciar a obra.

A casa sofreu avarias durante a obra de derrubada da edificação vizinha. "Uma parede lateral ficou solta e estava quase caindo, com recursos dos sócios do instituto conseguimos fazer uma ação emergencial", diz Pedro Férrer. O Sobradinho Mourisco é contemporâneo da Igreja do Rosário dos Homens Pretos, construída por escravos no século 18. "É o único remanescente da antiga povoação de Santo Antão da Mata, que deu origem à cidade", destaca.

VISITA ILUSTRE - Na mesma Rua Imperial fica a sede do Instituto Histórico, instalado no casarão 187 desde a fundação, em 1950. Construído em 1851 para ser residência de senhores de engenho, já funcionou como Câmara de Vereadores, posto de saúde, sede do Tiro de Guerra (quartel do Exército), do Sport Club de Vitória e de escola.

Em 1859, quando visitou Pernambuco, o imperador Dom Pedro II e a esposa, a imperatriz Tereza Cristina, dormiram duas noites na casa, então a Câmara de Vereadores. A mesa onde a família real fez as refeições está exposta no Museu de Vitória, montado nas dependências do instituto. Uma sala é dedicada aos ilustres visitantes, com fotografias e peças da louça que teria sido usada pelo casal.

O museu foi organizado para atender estudantes, diz Pedro. Por isso, tem caráter didático, com painéis contando a história da cidade, a participação de Vitória na Guerra do Paraguai e nas Ligas Camponesas (movimento criado no Engenho Galileia, em 1955) e uma maquete do Monte das Tabocas, onde lusos-brasileiros e holandeses se enfrentara em 3 de agosto de 1645 durante a ocupação flamenga no Nordeste brasileiro.

Uma sala é dedicada à imprensa e exibe antigas engenhocas como máquina tipográfica, impressora manual a pedal e uma máquina fotográfica de chapa. Imagens de santos (alguns mutilados durante conflito político no fim do império na Igreja do Rosário), instrumentos de tortura de escravos, tachos e alambiques da fabricação do açúcar e da aguardente de cana, além de utensílios domésticos fora de uso completam o acervo.

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Curiosidade SIMCA NO BRASIL


Fundada a 5 de maio de 1958 em São Bernardo do Campo, município paulista. Permaneceu em atividade até 1967, quando foi absorvida pela Chrysler Corporation International.
Em março de 1959 a empresa lançou o Chambord, carro derivado do modelo francês Vedette, mas que apresentava diversas modificações estilísticas e mecânicas. Suas linhas lembravam o estilo americano. A carroceria, muito resistente, era de aço com chassi integrado (solução semelhante à utilizada na estrutura monobloco). Com 4, 75m de comprimento, o carro tinha quatro portas que davam acesso a seis amplos lugares. Seu motor, um V-8 de 2.351cm3, desenvolvia 88 cavalos a 4800rpm. O câmbio tinha três marchas (só 2ª e 3ª sincronizadas), acionadas por alavanca situada na coluna de direção. Desenvolvendo a velocidade máxima de 135 km/h, com consumo médio de 8,5 km/l, o Chambord apresentava-se como o carro mais luxuoso do mercado brasileiro da época.

Simca Chambord 1961
 
O Chambord teve, entretanto, alguns problemas, como a tendência ao superaquecimento, embreagem fraca e falta de torque, especialmente em baixas rotações. Em 1961, após o lançamento de uma versão especial, denominada Presidence, o carro sofreu várias transformações; recebeu um motor de 90CV e, para maior aproveitamento da potência, houve redução das engrenagens do diferencial. Os bancos foram remodelados de maneira a oferecer maior conforto e aumentar o espaço interno. Novas laterais deram maior horizontalidade às linhas elegantes do carro.
Além disso, o aspecto luxuoso do carro era enfatizado pelos requintados comandos instalados no painel, como uma luz verde que indicava quando o tanque de gasolina encontrava-se na reserva (faixa de aproximadamente cinco litros), um odômetro parcial que podia retornar a zero e uma luz vermelha para indicar que o freio de mão estava acionado. Um único interruptor-comutador de luzes, localizado na coluna do volante, comandava todas as luzes do carro, exceção feita aos faróis de neblina.
Em meados de 1962 a Simca lançou uma versão esportiva do Chambord, denominada Rally. Equipava o carro o mesmo V-8 dos demais modelos Simca, mas com uma cilindrada aumentada para 2.432cm3 (a potência elevou-se para 100CV a 4800rpm). Embora apresentasse um interior mais esportivo, externamente o carro sofrera apenas o acréscimo de duas entradas de ar no capô (para melhor ventilação) e alguns detalhes cromados.

Simca Jangada 1962
 
No Salão do Automóvel de 1962, a empresa apresentou sua linha de veículos modificada e introduziu um novo modelo: a perua Jangada, derivada do Chambord e da perua francesa Marly. A simca anunciava a Jangada como a primeira perua de grandes dimensões do mercado brasileiro, numa faixa ainda inexplorada (existiam então apenas a Kombi e a Vemaguet). Oferecia o mesmo desempenho e conforto do Chambord (por ser mais pesada, sua aceleração e velocidade eram menores: gastava 21 segundos para atingir os 100km/h, partindo do zero). Sua lotação normal era para seis passageiros, mas podia transportar mais dois, em condições relativamente precárias. Para isso, levantava-se a tampa que cobria o estepe, e, após a retirada do pneu, havia espaço para dois banquinhos. Os bancos traseiros podiam ser rebaixados, formando uma ampla plataforma de carga, onde cabiam 1800 litros de bagagem. Os demais Simca receberam a 1ª marcha sincronizada e sofreram aumento de potência (Chambord, 95CV; Presidence 105CV; Jangada 98CV).
Acompanhando a tendência das fábricas brasileiras, a Simca lançou, ainda em 1961, o Alvorada, modelo idêntico ao Chambord, mas despido de luxo e da maioria dos cromados. Pretendia-se, com esse modelo, oferecer ao consumidor um carro de preço mais acessível e, assim, conquistar uma nova faixa de mercado. A experiência, porém, não apresentou resultados satisfatórios (como, aliás, ocorreu com tentativas semelhantes realizadas por outras fábricas), e o modelo não permaneceu em linha durante muito tempo.

Simca Alvorada 1964
Em 1964 a empresa lançou a linha Tufão. Com ela, todos os seus veículos sofreram modificações mecânicas e estilísticas, embora mantivessem praticamente todas as características básicas dos  Chambord. Como alteração principal, o teto foi redesenhado em linha retas, de maneira que a parte traseira tornou-se mais alta oferecendo mais área para o envidraçamento. O novo modelo que se caracterizava pela predominância de linhas retas, ganhou novas lanternas e novos frisos. O espaço interior também sofreu modificações no sentido de apresentar maior conforto e luxo, transformando-se em ponto alto do conjunto os novos bancos. As mudanças na parte mecânica permitiram que a empresa oferecesse os Tufão em duas versões de motor V-8: uma, de 2.414cm3, relação de compressão 8;1 e potência de 100cv a 4800rpm; outra, de 2.505cm3, relação de compressão 8,5:1 e potência de 112cv a 5000rpm. Este último motor era equipado com dupla carburação(um carburador abria depois do outro, conforme a necessidade, durante a marcha).

Chambord Rally 1964

Tufão Rally 1964
 
A linha Tufão contava, entre outros equipamentos, com avanço manual de ignição, localizado no painel (além do automático), que permitia melhor regulagem do motor para diferentes altitudes e diferentes tipos de gasolina.

Simca Presidence 1965
 
A Simca introduziu novos aperfeiçoamentos no Tufão de 1966. A novidade mais significativa desse ano, porém, foi o lançamento de um novo motor que seria adotado para toda a linha: o Emi-Sul, um V-8 com válvulas na cabeça, câmaras de combustão hemisféricas, cilindrada de 2.414cm3 e potência de 130cv. Seu ótimo rendimento permitia que os Simca atingissem 160,793km/h de velocidade máxima. A aceleração de 0 a 100km/h passou a ocorrer em apenas 14,3 segundos. Seguiu-se a apresentação, no final do ano, de uma nova carroceria, totalmente modificada e de linhas modernizadas. O novo estilo determinou o abandono da linha tradicional dos Simca, que a fábrica substituiu por dois novos modelos: o Esplanada e o Regente.

Simca Rally Emi-Sul 1966
 
O primeiro, um modelo de luxo, possuía cromados e acabamentos diferentes dos utilizados no Regente (este, um modelo mais simples). Em novembro de 1967 a Simca foi absorvida pela Chrysler, que continuou a produzir o Esplanada e o Regente até 1969.

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Mais uma bela cidade do estado de Pernambuco

vista parcial aérea de Gravatá-PE

Por uma cidade melhor


Egídio poeta




CUIDADO QUE O BICHO PEGA


Embora você não veja,
Ele anda por aí.
Entra muito caladinho,
E sem você pressentir,
As defesas do seu corpo
Vai tratando em destruir.

O corpo desprotegido,
E o vírus em ação,
Todo tipo de doença
Vai crescendo em proporção,
Desde a queda do cabelo,
O fígado e o coração.

O vírus HIV
É um monstro assassino,
Difícil de combater
Mesmo sendo pequenino,
Ataca homem e mulher
Moça, rapaz e menino.

É preciso prevenir
Se não quiser o pegar,
Use sempre camisinha
Na hora que for transar,
É questão de proteção
E não de desconfiar.

Às vezes quem tem não sabe
E não pode avisar,
Por isso muito cuidado
Pra não se contaminar,
Estou falando da AIDS,
Fique esperta minha gente
Na hora que for amar.


                                                                    Egídio Timóteo Correia

2º Encontro de Blogueiros da Vitória de Santo Antão será no próximo dia 18 junho

O 2º Encontro de Blogueiros da Vitória de Santo Antão acontecerá na terça-feira –dia 18 de junho, às 19h30. Vão estar reunidos comunicadores, blogueiros, faceboqueiros, twiteiros e demais produtores de conteúdo para as mídias digitais na cidade. Todos deverão se reunir na sede da Associação de Blocos e Trios da Vitória (ABTV), situado na Rua Demócrito Cavalcanti, Bairro do Livramento.

A atividade vai discutir o projeto institucional de benefícios aos Blogueiros articulado pela Associação dos Blogueiros de Pernambuco – ABLOGPE (www.ablogpe.com), representados no Município por Lissandro Nascimento (Blog A Voz da Vitória) e Cristiano Pilako (Blog do Pilako). Os blogueiros e desenvolvedores de portais de toda a cidade estão convidados a participarem deste evento.
Confirme sua presença pelo telefone: (81) 3523.3660
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Vitória 34x0 PMPE - A maior goleada da história do futebol brasileiro

O time feminino do Vitória de Santo Antão, aplicou uma goleada histórica no PMPE na tarde de quarta-feira (05), no estádio Carneirão. O tricolor venceu por 34x0, em partida válida pelo Campeonato Pernambucano de futebol feminino.
Com o resultado, o Vitória conquistou a maior goleada do futebol brasileiro em jogos oficiais e a maior da história do futebol feminino.
No primeiro tempo, as taboquitas marcaram 18 gols, já no segundo tempo, mantiveram a forma de jogar e ampliaram o marcador.
Destaque para a atacante Carol Baiana que marcou 14 gols.
Em três partidas na competição, as taboquitas marcaram 55 gols e não levaram nenhum.
O Vitória volta a campo no próximo sábado (08), às 18h30 contra o Codif em Camaragibe.

Michell Santana - Panorama Esportivo PE
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