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Do t√ļnel do tempo Almanak ano de 1874 para o ano de 1875 administrativo mercantil, industrial, e agr√≠cola, da prov√≠ncia de Pernambuco


Um pouco da hist√≥ria de nossa cidade nos almanak  de Pernambuco
Neste tempo Vict√≥ria  tinha um c ante o t
Também Santo Antão era uma freguesia
Relação de vereadores
Juiz de direito
Juiz municipal
Suplente do Juiz municipal
Promotor p√ļblico
  Escriv√£o e tabeli√£o  
Juiz de paz
Primeiro e segundo e terceiro distrito
Vig√°rio e o coadjuvante







Como criar um link em seu blog blogueiro

              

Todos Blogueiro  precisa saber como criar um link, j√° que muito compartilha link de outro blog assista o v√≠deo acima, todas as minha postagem tem um link veja

Um titulo de cidad√£o Vitoriense seria o melhor presente,Mestre Aderaldo completa 81 anos

No pr√≥ximo domingo (15) a Orquestra de Frevo Ciclone, regida pelo Maestro Givaldo, tocar√° o famoso e tradicional "parab√©ns pr√° voc√™" para uma das pessoas, no mundo da m√ļsica, mais respeitada de todo os tempos na nossa cidade.
Nascido no dia 15 de dezembro de 1932, na cidade de Barreiros, o senhor Aderaldo Avelino da Silva completar√°, no pr√≥ximo domingo (15), 81 anos. Mestre Aderaldo, como todos n√≥s o conhecemos quando veio morar em Vit√≥ria ensinou m√ļsica no Instituto de Pacas. Na banda Euterpe 3 de Agosto, at√© 1994, contribuiu de forma denodada.
Praticamente todos os m√ļsicos, com origem vitoriense, que hoje atuam de maneira profissional na √°rea, foram alunos do Mestre Aderaldo. Sendo assim, al√©m "parab√©ns pr√° voc√™", a Orquestra Ciclone vai exibir o frevo de rua, composi√ß√£o deGivaldo Barros, Jadson Willam (filho do mestre) e Severino Luis, "Aderaldo no Frevo". Parab√©ns aos Mestre Aderaldo.

Legalização da maconha no Uruguai não altera segurança na fronteira do Brasil

Legaliza√ß√£o da maconha no Uruguai n√£o altera seguran√ßa na fronteira do Brasil - Elza Fi√ļza/ABrAo comentar a legaliza√ß√£o da maconha no Uruguai, o ministro da Justi√ßa, Jos√© Eduardo Cardozo, disse que n√£o ser√£o necess√°rias novas medidas para garantir a seguran√ßa na fronteira do pa√≠s com o Brasil. "O nosso plano de fronteiras j√° tem √™xitos indiscut√≠veis do ponto de vista de apreens√£o e fiscaliza√ß√£o. √Č uma √°rea que o Brasil est√° cuidando, independente das pol√≠ticas adotadas em qualquer pa√≠s de nossa fronteira", disse o ministro.

Cardoso disse ainda que cada pa√≠s segue sua din√Ęmica nas discuss√Ķes sobre a legaliza√ß√£o da droga. "O Uruguai est√° seguindo este caminho e o Brasil segue o seu. Isso tem que ser respeitado. A discuss√£o continua na sociedade, existe a experi√™ncia em v√°rios pa√≠ses e os governos v√£o avaliando e participando dos debates para tomar as medidas que acharem necess√°rias", disse o ministro no lan√ßamento do Sistema Nacional de Informa√ß√Ķes de Seguran√ßa P√ļblica, Prisionais e sobre Drogas, o Sinesp.

Sobre os recentes epis√≥dios de viol√™ncia na Arena Joinville, Cardozo contou que vai se reunir hoje (12) com o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, para discutir uma pol√≠tica unificada de seguran√ßa nos est√°dios brasileiros. Para ele o que aconteceu no s√°bado (8) √© inaceit√°vel. "√Č poss√≠vel adotar experi√™ncias da Copa das Confedera√ß√Ķes, a serem implementadas nos est√°dios de forma permanente", disse o ministro.

Segundo Cardozo, o plano de seguran√ßa para Copa do Mundo j√° foi testado na Copa das Confedera√ß√Ķes e est√° dentro das regras e dos padr√Ķes de efici√™ncia da Fifa. Na reuni√£o de amanh√£ ser√£o discutidos apenas aspectos envolvendo os jogos dos campeonatos nacionais e estaduais, a defini√ß√£o dos pap√©is dos envolvidos – clubes, torcidas organizadas, prefeitura – e as alternativas para coibir a viol√™ncia entre as torcidas nos est√°dios. "O que aconteceu em Joinville √© repugnante e o Estado brasileiro n√£o pode ficar omisso diante disso".link

Vitoriense Osman Lins







ATRIBUTO A OSMAN LINS


Por que, cidad√£o vitoriense,

Você não valoriza o que é seu?

Por que, se para alguém acontecer,

√Č preciso dizer "Adeus"

E ser reconhecido l√° fora.

Descubra sua cultura agora,

Valorize sua cultura, primeiro.

Não deixe que estado ou país estrangeiro

Faça isso por você.

Sábio não é exportar talentos.

Só um povo sem sentimentos

N√£o consegue ficar atento


Gravat√° se veste para o Natal

O centro ganhou ilumina√ß√£o especial, al√©m de enfeites . At√© o dia 29, haver√° programa√ß√£o festiva (Divulga√ß√£o/Prefeitura de Gravat√°)Anjos, guirlandas, sinos, √°rvores de natal e muita luz. Aos poucos a cidade de Gravat√° se veste para o Natal, pra√ßas est√£o sendo decoradas, casas enfeitadas e as expectativas em torno da festa universal aumentam a cada dia. A Prefeitura, atrav√©s da Secretaria de Turismo, preparou uma vasta programa√ß√£o para os festejos natalinos, que come√ßam neste s√°bado, dia 7, seguindo at√© o dia 29 de dezembro. Um m√™s repleto de comemora√ß√Ķes com Cantatas natalinas, autos de natal e apresenta√ß√Ķes culturais v√£o encher de brilho o Natal de Canto e Luz. 

Confira a programação:


Data: 07 / 12
Hora: 17:00 horas
Local: Polo Moveleiro

Abertura do Natal
Inauguração oficial da Decoração e Iluminação
Chegada do Papai Noel em carro antigo
Desfile de grupos de cultura popular
Concerto da Banda 15 de Novembro
Exposição de 30 Mesas Natalinas

A Festa de Reis
Monumental espet√°culo realizado pela companhia italiana STUDIO FEST, feito de acrobacias, dan√ßa a√©rea, grandes m√°quinas c√™nicas, v√≠deo-proje√ß√Ķes, conduzidos por uma linha dramat√ļrgica impactante e uma bel√≠ssima trilha sonora.


Data: 12 de Dezembro - Ensaio geral
13, 14, 15, 20 e 21 de dezembro - Espet√°culos
Hora: 19h
Local: P√°tio de Eventos Chucre Mussa Zarzar

Espet√°culo de Teatro
O Musical Infantil "Agora √© Tempo", estrelado pela atriz Giselle Tigre e grande elenco mostrando uma emocionante aventura com as folcl√≥ricas can√ß√Ķes do pastoril.
Data: 4 de dezembro
Hora: 16h
Mercado Cultural de Gravat√°


Noite de Natal de Canto e Luz
Cantata Natalina com corais e a participação dos cantores solistas: Norma Torres, Wilma Patrício, Carlinhos Cantor e Jarbas Travassos e apresentação teatral.

Data: 25 de Dezembro
Hora: 20h
Local: Prefeitura de Gravat√°


Natal do Alto do Cruzeiro
Encenação do Musical "Um Baile de Natal" com o Grupo Gravat'Art.
Concerto da Orquestra de Violinos dos Meninos do Morro do Bom Jesus de Caruaru.

Data: 22 de Dezembro
Hora: 17h
Local: Alto do Cruzeiro

 
Natal no Mercado Cultural
"Concertos com artistas gravataenses"

Dia 12 – Augustinho Pernambucano
Hora: 21h
Dia 13 – Gravat√° Jazz Trio
Hora: 21h

Dia 14 – Don Tronxo
Hora: 13h
Dinha Lins
Hora: 21h

Dia 19 –Andrea Santos
Hora: 21h

Dia 20 – Carlinhos Cantor
Hora: 21h

Dia 21 – Ricardo Moura
Hora: 21h
Local: Mercado Cultural de Gravat√°

Espetáculos de Dança
Dia 01 РArmas e Flores РGrupo de Dança Fyamma Gabriela.
Local: Estação do Artesão Р20h

Dia 26 
Espetáculos Natalinos promovidos pela Secretaria de Assistência Social.
Hora: 19h
Local: Memorial de Gravat√°

O Baile de Natal РCompanhia de Dança Gravat'Art.
Hora: 20h
Local: Memorial de Gravat√°

Dia 27РMovimento de Dança Wanderson José.
Hora: 19h30
Local: Memorial de Gravat√°

Dia 28 – Academia ArtDan√ßa – Prof. Rosiv√Ęnia Pereira
Hora: 19h30
Local: Memorial de Gravat√°

Dia 29 – Sentimentos e Emo√ß√Ķes – Escola de Dan√ßa Reverso.
Hora: 19h30
Local: Memorial de Gravat√°.link

Morre Nelson Mandela, líder antiapartheid e ex-presidente sul-africano

AFP

O ex-presidente da √Āfrica do Sul Nelson Mandela, conhecido mundialmente por sua luta contra o apartheid, faleceu nesta quinta-feira em Johanesburgo aos 95 anos.

'A nação perdeu seu maior filho', disse o presidente Jacob Zuma, ao anunciar a morte do líder sul-africano.

O primeiro presidente negro da √Āfrica do Sul, que lutou contra o regime de segrega√ß√£o racial vigente no pa√≠s at√© 1994, come√ßou em junho deste ano a ter complica√ß√Ķes decorrentes de uma infec√ß√£o pulmonar.

Mandela passou 27 anos na pris√£o por se opor ao regime do apartheid. Em 1994, quatro anos ap√≥s ser libertado e um ano ap√≥s receber o pr√™mio Nobel da Paz, foi eleito presidente da √Āfrica do Sul, promovendo um governo conciliador que n√£o exclu√≠sse a minoria branca.

Em 1999, Nelson Mandela encerrava seu mandato de presidente da √Āfrica do Sul, colocando fim a uma das mais fant√°sticas trajet√≥rias pol√≠ticas de todo o mundo.

Rolihlahla Dalibhunga, seu nome de batismo, nasceu em 18 de julho de 1918, na pequena vila de Mvezo, na regi√£o de Transkei, na √Āfrica do Sul. Uma professora lhe deu o nome em ingl√™s pelo qual ficou internacionalmente conhecido.

Ele era membro da tribo Tembu, parte da nação Xhosa. Pertencia ao clã Madiba, como era chamado por muitos sul-africanos.

Mandela formou-se em direito pela Universidade da √Āfrica do Sul em 1942 e estudou tamb√©m nas universidades de Fort Hare e Witwatersrand.

Em 1943, aproximou-se de militantes do partido CNA (Congresso Nacional Africano), que viria a ser uma importante for√ßa pol√≠tica de combate ao regime segregacionista do apartheid. Pelas m√£os de Gaur Radebe, Mandela passou a frequentar reuni√Ķes do partido e participou de um protesto contra o aumento de tarifas de √īnibus.

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Influências

Admirador do sistema pol√≠tico brit√Ęnico e de Mahatma Ghandi, no in√≠cio de seu contato com a pol√≠tica Mandela foi muito influenciado por Walter Sisulu, um companheiro na luta contra o apartheid.

'Walter Sisulu nunca perdia a cabeça em uma crise. Ele estava sempre em silêncio quando os outros estavam gritando', escreveu Mandela em sua autobiografia, Longa Caminhada para a Liberdade.

Em 1944, Mandela participou da formação da Liga Jovem do CNA, marcando oficialmente seu engajamento no partido.

Quatro anos depois, o Partido Nacional, liderado por Daniel Malan, venceu as elei√ß√Ķes na √Āfrica do Sul e estabeleceu em lei o que na pr√°tica j√° ocorria no pa√≠s: a segrega√ß√£o da popula√ß√£o negra.

A √Āfrica do Sul passou ent√£o a ser regida pelo apartheid, um sistema de domina√ß√£o que, como dizia a pr√≥pria ideologia do Partido Nacional, mantinha os brancos como senhores supremos dos negros.

Campanha de resistência

Em 1952, Mandela participou ativamente da campanha do CNA de resistência à nova legislação segregacionista. Quatro anos mais tarde, em meio à crescente movimentação contra o regime, o governo prendeu 156 ativistas do partido.

Eles foram acusados de traição em uma série de julgamentos que se arrastou até 1961. Mandela foi porta-voz do grupo durante o processo, e todos acabaram sendo absolvidos.

Em 1960, ocorreu o massacre de Sharpeville, em que dezenas de negros foram mortos quando a polícia abriu fogo contra uma multidão. Em seguida, o CNA foi colocado na clandestinidade, e Mandela foi preso.

Em 1961, ele foi libertado, passou a viver na clandestinidade e ajudou a fundar a ala militar do CNA, o Umkhonto we Sizwe, ou MK. Mandela chegou a ir para a Argélia receber treinamento militar, mas acabou sendo preso em 1962 por deixar o país ilegalmente.

Pris√£o

Já na cadeia, cumprindo uma pena de cinco anos, Mandela foi condenado à prisão perpétua por sabotagem no célebre julgamento de Rivonia.

Em seu testemunho durante o julgamento, ele atacou as leis sul-africanas que haviam deixado os negros quase sem direito algum e disse sonhar com o estabelecimento da democracia no país.

'Eu tenho o ideal de uma sociedade livre e democr√°tica', afirmou Mandela. '√Č um ideal pelo qual eu espero viver e que eu espero alcan√ßar. Mas, se for preciso, √© um ideal pelo qual eu estou preparado para morrer.'

Mandela ficou na pris√£o durante 27 anos, divididos entre os pres√≠dios de Robben Island e Pollsmoore. Apesar de mantido na cadeia, ele viu sua for√ßa pol√≠tica crescer ao longo dos anos e se tornou um s√≠mbolo mundial da repress√£o na √Āfrica do Sul.

Na década de 80, Mandela rejeitou uma proposta do então presidente P.W. Botha, que concordou em soltá-lo desde que ele renunciasse à violência como instrumento político.

Mandela respondeu dizendo que s√≥ poderia sair da pris√£o no dia em que todo o povo negro da √Āfrica do Sul tamb√©m se tornasse livre. Ele acabou sendo libertado em fevereiro de 1990, depois de dois anos de negocia√ß√Ķes secretas com o governo sul-africano.

Esse processo de transição, que levou ao fim do apartheid, rendeu a Mandela e ao presidente Frederick De Klerk o prêmio Nobel da Paz de 1993.

Prestígio

A √Āfrica do Sul ganhou uma nova Constitui√ß√£o, em que negros e brancos passaram a ter os mesmo direitos.

Depois de um difícil processo, em que o país foi palco de várias batalhas entre negros de diferentes etnias, em 1994 ocorreu a primeira eleição democrática da história sul-africana.

Nelson Mandela foi eleito o primeiro presidente negro do país e conseguiu manter seu prestígio até o fim do governo, em 1999.

Na √Āfrica, ele se tornou uma refer√™ncia em termos de pol√≠tica internacional e provocou pol√™mica ao visitar a L√≠bia em 1997.

Mandela irritou os Estados Unidos ao pedir que os pa√≠ses do Ocidente acabassem com as san√ß√Ķes econ√īmicas contra a L√≠bia (impostas por causa do suposto envolvimento l√≠bio com o terrorismo internacional).

Mandela conseguiu eleger como seu sucessor um herdeiro político, seu vice-presidente Thabo Mbeki.

Longe da Presid√™ncia, Mandela se tornou uma esp√©cie de embaixador do pa√≠s, liderando campanhas contra a Aids e lutando para que a √Āfrica do Sul sediasse a Copa do Mundo de 2010.

Tamb√©m se envolveu em negocia√ß√Ķes de paz em diversas partes do mundo, especialmente na √Āfrica, caso da Rep√ļblica Democr√°tica do Congo e do Burundi.

Reflex√£o

Em 2001, Mandela descobriu que tinha c√Ęncer de pr√≥stata. Tr√™s anos depois - aos 85 anos - anunciou que se retiraria da vida p√ļblica para 'refletir tranquilamente'.

'N√£o me liguem. Eu ligo para voc√™s', alertou, em tom de brincadeira, referindo-se aos in√ļmeros convites que recebe.

Parte de sua extraordinária popularidade se explica por seu carisma, bom humor e ternura apesar das dificuldades que enfrentou, não só em sua vida política mas também na pessoal.

Aos nove anos, ele perdeu o pai, vítima de tuberculose. Dos quatro filhos que teve com sua primeira esposa, Evelyn Mase, apenas a mais nova continua viva.

O filho mais velho, Madiba Thembekile, morreu aos 25 anos em um acidente de carro, enquanto Mandela cumpria pena de prisão que duraria 27 anos. Não foi permitida sua presença no enterro do filho. Sua mãe também morreu no período em que esteve preso.

O segundo filho do casal, Makgatho Mandela, foi v√≠tima, em 2005, de complica√ß√Ķes relacionadas √† Aids. A perda contribuiu para que Mandela se lan√ßasse em v√°rias campanhas de combate √† epidemia.

A terceira filha morreu aos nove meses, o que fez com que o casal batizasse a filha seguinte com o nome da irm√£ falecida, Malaziwe Mandela.

L√°pide

Além de Mase, Mandela também teve outras duas esposas. Em 1958, ele se casou com Winnie Madikizela, que teve um papel importante em sua libertação. Eles se divorciaram em 1992.

Em seu aniversário de 80 anos, Mandela se casou novamente - dessa vez com a moçambicana Graça Machel.

Ele fez raras apari√ß√Ķes p√ļblicas nos √ļltimos anos, e a principal delas foi na cerim√īnia de encerramento da Copa do Mundo da √Āfrica do Sul, em julho de 2010, quando ainda estava de luto pela morte da bisneta, que morrera dias antes ao sair de um evento ligado ao Mundial.

Em maio de 2012, ele participou das comemora√ß√Ķes do centen√°rio do CNA. Em agosto, foram divulgadas fotos do almo√ßo que teve em sua casa com a secret√°ria de Estado dos EUA, Hillary Clinton.

Em dezembro, porém, foi internado com uma infecção pulmonar.

Anos antes de sua morte, o ex-presidente sul-africano foi questionado sobre como gostaria de ser lembrado. Mandela afirmou que em sua l√°pide gostaria apenas que fosse escrito: 'Aqui jaz um homem que cumpriu o seu dever na Terra'.

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HIST√ďRIA DA IMPRENSA VITORIENSE

O LIBERAL VICTORIENSE - Seman√°rio Democr√°tico e Liter√°rio - 
Noticiou o Jornal do Recife, de 14 de maio de 1869, haver sido 
obsequiado, "pela respectiva reda√ß√£o, com o primeiro n√ļmero" da nova 
folha, publicado no dia 8. Sucedendo a O Echo Liberal, imprimiu-se na 
mesma tipografia, sob a dire√ß√£o de Manuel Bernardo Gomes Silv√©rio. 
Apresentava o slogan: "Quando a liberdade periga, todo cidad√£o deve ser 
um revolucion√°rio". 
 
Jornal de vida extensa, dele s√≥ existem, na Biblioteca P√ļblica do 
Estado, dois comprovantes: n¬ļ 5, ano V, de 19 de maio de 1873, n√£o mais 
exibindo o slogan e com editorial de cr√≠tica a O Munic√≠pio, e n¬ļ 164, ano 
VIII, de 27 de janeiro de 1877. Tinha bom formato 36 x 27, com quatro 
p√°ginas a quatro colunas de composi√ß√£o. Assinava-se a 10$000 por 
anualidade, acrescidos de 2$000 para fora da cidade; o semestre a 6$000 
e o trimestre a 3$000. 
 
O mencionado n¬ļ 164 atacou, avidamente, o Juiz de Direito local, 

Marcos Correia da C√Ęmara Tamarindo, que tinha cobertura de defesa por 
parte do peri√≥dico Id√©a Conservadora. Duas p√°ginas da edi√ß√£o eram 
dedicadas a an√ļncios. 
 
Embora Alfredo de Carvalho tenha registrado, nos "Anais", que O 
Liberal Victoriense s√≥ viveu at√© meados de 1877, a publica√ß√£o foi mais 
al√©m. Existe, por exemplo, na biblioteca do Instituto Hist√≥rico de Vit√≥ria 
de Santo Ant√£o, comprovante do n¬ļ 208, ano IX, de 6 de abril de 1878, 
em formato 48 x 32, com quatro p√°ginas a quatro colunas de 14 c√≠ceros. 
Constava do cabe√ßalho, abaixo do t√≠tulo: "Seman√°rio Democr√°tico, 
Noticioso e Liter√°rio, dedicado aos Interesses do Povo pernambucano". 
 
Abriu a edi√ß√£o o editorial "O Gabinete Liberal", atacando os 
"conservadores perdidos na opini√£o, gastos e corrompidos que a todo 
transe se querem filiar √† democracia, tendo somente em vista o interesse 
pessoal". Concluiu, ap√≥s uma s√©rie de considera√ß√Ķes: "O Liberal 
Victoriense que, por for√ßa das circunst√Ęncias, tinha-se eclipsado entre as 
brancas nuvens da liberdade, volta ao seu antigo posto de honra, 
equipado de carabina ao ombro". 
 
Seguiu-se mat√©ria de rotina, complementando-a duas p√°ginas de 
reclames comerciais. 
 
Ainda mais: A Prov√≠ncia, do Recife, louvando o jornalista Manuel 
Bernardo Gomes Silv√©rio, "esfor√ßado paladino da imprensa liberal na 
cidade da Vit√≥ria", em sua edi√ß√£o de 9 de maio de 1878, reproduziu o 
artigo comemorativo da edi√ß√£o de anivers√°rio d'O Liberal Victoriense, 
acompanhando-lhe o erro de "dez anos", em lugar de nove. Dele v√£o aqui 
transcritos os t√≥picos principais, que definem at√© onde afirmava o 
idealismo de um homem devotado √† sua causa e ao seu jornal: 
 
"Dez anos de exist√™ncia completa a nossa gazeta. Contamos dez anos 
de sacrif√≠cios, vexames e contrariedades; at√© o pr√≥prio sangue serviu de 
holocausto aos assassinos que policiavam esta vit√≥ria em 1868, cujos 
remorsos e crimes trucidam-lhes as negras almas. Nunca vimos perigos 
que n√£o os agront√°ssemos, embora cercados de amea√ßas e persegui√ß√Ķes. 
Muitas vezes tentaram rebentar a nossa imprensa; repetidas vezes 
tentaram tamb√©m contra a nossa exist√™ncia; por√©m, para desesper√°-los 
de raiva, para cauterizar t√£o cancerosas chagas, pouco valor d√°vamos √† 
vida; lutamos desesperadamente. A nossa tenacidade era aplaudida pela 
imprensa democr√°tica do pa√≠s". 


Vitória Park Shopping deve gerar 1.600 empregos diretos e ainda há vagas


O Primeiro shopping da Zona da Mata de Pernambuco ser√° inaugurado  j√° com decora√ß√£o Natalina.

Loja de Brinquedos. Esse √© o tema do primeiro Natal do Vit√≥ria Park Shopping que abre na cidade de Vit√≥ria de Santo Ant√£o, no pr√≥ximo dia 29. Resultado de um investimento de R$ 65 milh√Ķes, o Vit√≥ria Park Shopping √© o √ļnico Shopping Center a ser inaugurado em Pernambuco em 2013 e o primeiro da Zona da Mata. De acordo com Jo√£o Monteiro, superintendente do centro de compras, a expectativa √© que 45 mil pessoas passem pelo mall durante o m√™s que antecede o fim do ano. Ap√≥s aberto, o empreendimento deve gerar 3.200 empregos, sendo 1.600 diretos. As lojas est√£o com processos seletivos abertos e ainda h√° vagas a serem preenchidas, na maioria, de vendedor e caixa. Os interessados podem mandar curr√≠culo para vit√≥ria@outlook.com.
Localizado na Zona da Mata de Pernambuco, o shopping vai abranger toda uma regi√£o composta pelos munic√≠pios circunvizinhos, atendendo a uma popula√ß√£o em torno de 220 mil habitantes. Ao todo, o mall ter√° mais de 130 lojas, sendo cinco √Ęncoras, nove megalojas, cinema com tecnologia 3D e Dolby Digital, game, livraria, pra√ßa de alimenta√ß√£o e hotel Ibis acoplado. Entre as lojas j√° contratadas est√£o a Riachuelo, Marisa, Emmanuelle, Esposende, Lojas Americanas, World Games, Grupo Cine e Nagem. V√°rias franquias tamb√©m j√° confirmaram presen√ßa, como O Botic√°rio, La√ßa Burguer, Bob´s, Subway, Havaianas, √ďtica Diniz Prime, Hering, Bonaparte, Donat√°rio, Patroni Pizza e a Cacau Show.
"O Vit√≥ria Park Shopping solidifica o crescimento da Regi√£o, que vive um momento de expans√£o com a chegada de v√°rias ind√ļstrias. Grandes p√≥los industriais como Sadia, Kraft Foods entre outras grandes marcas j√° se instalaram ou est√£o se instalando em Vit√≥ria de Santo Ant√£o e regi√£o. Com isso √© natural que o varejo local venha se adequar √†s novas caracter√≠sticas e nada mais atual em varejo do que um shopping center, centralizando em um √ļnico espa√ßo compras, entretenimento e lazer.", comentou Alexandre Ferrer, Secret√°rio Municipal de Ind√ļstria e Com√©rcio.
De acordo com o Estudo de Viabilidade Mercadol√≥gica Gismarket - Fev/2011,estima-se um potencial de consumo de R$ 50milh√Ķes/ m√™s e um fluxo de 25mil pessoas por dia depois do Natal e que 25% delas ir√° ao shopping em busca de lazer, al√©m das compras.  Dessa porcentagem, 21% do p√ļblico deve ser de classe AB, 68% da C e 11% da DE, sendo 52% do feminino e 48%, masculino.
Ap√≥s a conclus√£o das obras, o centro de compras deve gerar cerca de 3.200 empregos diretos e indiretos. O Vit√≥ria Park Shopping √© um empreendimento da Class Empreendimentos e Plus Investimentos,com apoio do Governo do Estado de Pernambuco e da Prefeitura de Vit√≥ria de Santo Ant√£o. Ao todo, ser√£o 25.000m² de √°rea constru√≠da, com √°rea bruta loc√°vel de 15.500m².link

População de Vitória em contagem regressiva para a inauguração do Vitória Park Shopping


Em Contagem Regressiva... Faltam apenas três dias para o Vitória Park Shopping abrir as portas para a população vitoriense e cidades vizinhas. Depois de alguns problemas quanto a data de inauguração, o novo centro de comercio da cidade da Vitória de Santo Antão será inaugurado na próxima sexta-feira (29/11).

A população contará com diversas possibilidades de lazer e entretenimento como, por exemplo: Cinema, Jogos, Restaurantes, Compras e Hotel.

Serão mais de 100 lojas instaladas no local, além do hotel, gerando cerca de 1.600 empregos diretos e mais 1.600 empregos indiretos para a população. Lojas ancora virão ao shopping, mesclando com lojas da própria cidade. Segue a lista de lojas que já estão confirmadas para a inauguração:

Griletto; Di It√°lia; Prediletto; Colombo; World Games; Americanas; Cacau Show; Lang Chao; Bonaparte; Bob's; Marisa; √ďtica Diniz; Nagem; Patroni; Riachuelo; O Botic√°rio; Subway; Emmanuelle; Fran's Caf√©; Esposende; Dayane Baby; Donat√°rio; Ripe Caf√©; Havaianas; Heriing; X Picanha; Debuty; Ortobom; WS; Otac√≠lia; Exclusiva; Arena Fit; Colcci; Avohai; Eliude Bijoux; Lira Cultural; Postnet; Belier; La√ßa Burguer; O Rei das Coxinhas; Buffet de Sorvetes; Handara.
Por outro lado quem não está gostando muito do assunto são os comerciantes do centro da vitória, eles esperam uma queda enorme no volume de vendas de Natal e Ano Novo, datas importantíssimas para o comercio local.LINK

Prefeitura de Vitória oficializa privatização da Pracinha Santo Ivo

                                  

por Lissandro Nascimento

Elias Lira, Jos√© Barbosa, Manoel Jorge, Paulo Roberto e Joaquim Lira entram para a hist√≥ria como os privatizadores de pra√ßas p√ļblicas. Depois de terem acabado de destruir o Monte das Tabocas sob o olhar descrente de todos os √≥rg√£os que cuidam da cultura da Vit√≥ria de Santo Ant√£o, agora esta Prefeitura assina o atestado de que a Pracinha Santo Ivo, situada no Bairro S√£o Severino, √°rea urbana da Vit√≥ria, agora tem dono conforme placa afixada autorizando a obra (ver fotos). Esta pracinha fica pr√≥ximo ao Pr√©dio da Prefeitura e est√° sendo invadida por obras de constru√ß√£o de particulares.
Uma destas obras é a construção de um primeiro andar num antigo Bar fincado na Pracinha que acabou fechado pelo proprietário, após dois assassinatos ocorridos dentro de um ano, quando os dois homicídios obtiveram bastante repercussão. Também invadindo a propriedade da Pracinha de Santo Ivo a construção de um prédio pertencente ao proprietário de um grande Supermercado que funciona nas proximidades do logradouro. Esta obra até o momento não consta com placa de autorização da Prefeitura de Vitória.
                           

Disposto a lan√ßar seu filho para deputado estadual no pr√≥ximo ano, Elias Lira n√£o esconde que √© ‘privatizador de pra√ßas’. Para isso quer mostrar a todo mundo que beleza no Centro urbano e distribui√ß√£o de propriedades p√ļblicas s√£o o caminho mais pr√°tico para se ganhar a elei√ß√£o, e claro, fomentar “Caixa 02” com licita√ß√Ķes que mereciam uma aten√ß√£o especial do Minist√©rio P√ļblico de Pernambuco (o de Recife, pois alguns Procuradores da Vit√≥ria de Santo Ant√£o ‘s√≥ t√™m boc√£o’).
Vit√≥ria, no governo de Elias Lira, √© comum privatiza√ß√£o de pra√ßas. Exemplo foi o que ocorreu com a Pra√ßa Luiz Boaventura (na Matriz) que virou um excelente Bar. Depois o Trevo do Viaduto pr√≥ximo a Rodovi√°ria que foi entregue completamente a um Restaurante de iniciativa privada, tamb√©m o espa√ßo existente entre as Escolas Mariana Am√°lia e Polivalente entregues por sua vez a bares, a Pra√ßa de Reden√ß√£o, a Pracinha por tr√°s do Petrobras que virou Academia de gin√°stica… e agora a Pracinha de Santo Ivo.
“As privatiza√ß√Ķes de espa√ßos p√ļblicos j√° √© um problema antigo de Vit√≥ria e do Brasil. Como podemos ter um espa√ßo “p√ļblico” se nem todos podem usufruir dele, se tem hora para abrir e fechar? E como sempre os que perdem esse direito s√£o os ‘indesej√°veis de sempre’, esse processo n√£o passa de uma assepsia humana, limpando os espa√ßos ditos como p√ļblicos, dos mais pobres, dos que n√£o se enquadram na est√©tica da maioria, para que a classe m√©dia e rica da cidade possa criar um espa√ßo de status, e excludente, para que n√£o tenha que viver com as mazelas da sociedade, que eles mesmos constru√≠ram, com sua ideologia de exclus√£o”, √© a opini√£o de um dos milhares de leitores deste Blog, professor Kau√™ Santos, que aqui pego emprestado as suas palavras.
O Prefeito e seu filho junto com os secret√°rios citados, n√£o inclu√≠ram a reforma da Pracinha junto com a Pracinha do Bairro da Mangueira que fica a 200 metros da Capela de Santo Ivo, numa obra que custar√° aos cofres p√ļblicos cerca de R$ 72 mil. Saiba mais AQUI.
                              
No √ļltimo domingo, acabaram de destruir uma pra√ßa que pedia socorro h√° muito tempo – o Le√£o Coroado – no Centro de Vit√≥ria, que ser√° reformada ao custo para os cofres p√ļblicos no valor deR$ 359.639,98. A empresa respons√°vel pela obra ser√° a MGM Empreendimentos e Servi√ßos LTDA sob o CNPJ n¬ļ 17.363.675/0001-06. Pelo menos desta vez respeitaram as √°rvores. Cinco delas com mais de 50 anos continuam em p√©, apesar de relegadas ao abandono na administra√ß√£o coordenada pelo 1¬ļ Ministro Joaquim Elias “Romero”. Isso lembra alguma coisa com a administra√ß√£o dos vermelhos?!
Outras pra√ßas vir√£o para refor√ßar os cofres da avareza eleitoral. Est√° programado para se gastar o valor de R$ 154.770,52 na Pra√ßa Nossa Senhora de F√°tima, situada pr√≥xima a Escola Dias Cardoso, na Matriz.
N√£o sou contra as reformas de pra√ßas, sou a favor da transpar√™ncia p√ļblica e das √°rvores. O bom gestor p√ļblico sabe ouvir as comunidades, certamente h√° outras urgentes necessidades em Vit√≥ria de Santo Ant√£o que a popula√ß√£o quer ver atendidas.
Em 2014 v√£o repetir a idiotiza√ß√£o eleitoral: amarelos e vermelhos dividindo o eleitorado vitoriense para a perpetua√ß√£o dos Lira e Queiralvares, provando que at√© nisso eles se combinam.
Até quando o voto da Vitória de Santo Antão terá cor?

Duelo de rubro negro no Recife em 25 de janeiro de 1925 revista rua nova j√° extinta

1ª foto clube de regata flamengo Carioca
2ª foto time do torre Recife



3ª foto time do flamengo Carioca
4ª foto sport clube Recife

em uma uma de sua excurs√£o pelo Brasil em 1925 desta feita em pernambuco
o rubro negro Carioca vence o time do Torre por 3x1
em outra partida o sport empatou  com o mesmo flamengo de 3x3
fonte link






Designer explica o uniforme da seleção brasileira pra Copa

No detalhe da nuca, pelo avesso, o canarinho de Bruno Big

Nike armou megaevento no Rio pra apresentar oficialmente a camisa que asele√ß√£o brasileira vai usar na pr√≥xima Copa do MundoRonaldo Fen√īmenoaprovou, o t√©cnico Felip√£o sentiu falta da "6¬™ estrela que precisamos colocar!" eLuiz Gustavo foi o modelo vestindo o novo look, gerando coment√°rio do Fen√īmeno: "Acho que n√£o cabe mais em mim", brincou.

O homem por tr√°s da novidade cheia de tecnologia √© Martin Lotti, vice-presidente de design de futebol da Nike, e Blog LP conversou com ele depois dolan√ßamento. "Criar o kit pro Brasil numa Copa sediada aqui √© nosso grande sonho desde que a Nike come√ßou a patrocinar a sele√ß√£o, h√° 20 anos". O kit citado por ele, formado por camisa, short e meia, come√ßou a ser produzido h√° 3 anos: "Come√ßamos com o desenvolvimento de tecidos, que exige tempo. √Č um tipo de tecido que tem o toque de algod√£o, mas tem os benef√≠cios do sint√©tico, pra unir o melhor dos dois mundos. Quando falamos com os jogadores, eles falaram em duas coisas: uma foi 'o amarelo √© tudo' e a segunda foi 'o escudo √© tudo'. Ent√£o adicionamos o dourado no escudo, que literalmente os eleva aos her√≥is. N√£o √© nada muito trabalhado neste aspecto do design, ele √© contido – pra valorizar a cor e o escudo. Eu chamo isto de simplicidade complexa. Simplicidade de longe, e quando voc√™ chega perto, descobre os detalhes: as texturas, estrutura, os detalhes criados por Bruno Big".

Veja mais: Criador dos tênis de Michael Jordan em entrevista ao Blog LP

Bruno Big preparou duas surpresas no avesso da camisa: na altura da nuca, um desenho estilizado de um can√°rio, uma homenagem √† sele√ß√£o canarinho; e o verso do escudo √© bordado com a frase "Nascido para jogar futebol". E √© no avesso que d√° pra entender melhor a engenharia de ventila√ß√£o pra manter a temperatura corporal. Al√©m do Dri-Fit, existem furos √† laser da axila at√© o quadril. O tecido √© uma mescla de algod√£o com poli√©ster reciclado: cada camisa tem o equivalente a 18 garrafas PET e no total foram usadas 2 bilh√Ķes de garrafas, com produ√ß√£o totalmente brasileira. A modelagem √© mais justa, feita em cima das medidas de cada um dos jogadores, que tiveram seus corpos escaneados no processo. E abermuda tamb√©m vem mais pr√≥xima do corpo.

Aproveitamos e perguntamos pro Martin sobre a evolu√ß√£o das bermudas, que antes eram shorts, mais curtos e justos. Por que elas mudaram, afinal? "Foi uma quest√£o de estilo. Os jogadores pediam shorts cada vez mais longos, bermudas mesmo. E tamb√©m por conta da prote√ß√£o. Voc√™ pode observar que as meias, por exemplo, s√£o usadas acima dos joelhos, cada vez fechando mais a perna. Mas pra essas bermudas funcionarem melhor n√≥s as deixamos mais ajustadas, se adaptando bastante ao corpo, pra seguir os movimentos dos jogadores, sempre protegendo tamb√©m".

E qual √© o futuro em tecnologia esportiva, Martin? "Ah, isso eu ainda n√£o posso falar. Voc√™s ver√£o em alguns meses!". E ele termina com unanimidade, enchendo a bola do Brasil no futebol: "Ter o Ronaldo hoje conosco foi incr√≠vel. Ele √© um dos meus her√≥is. O mais bonito em rela√ß√£o √† sele√ß√£o brasileira √© que ela √© o segundo time de todo mundo". O uniforme j√° chegou, s√≥ falta sair a escala√ß√£o oficial – e que venha a Copa!link

Um pouco da história visual de cidades de Pernambuco, através de fotografias publicadas ao longo do século XX, como as que seguem, publicadas nos remotos anos de 1927, 1928 e 1929.



PAU D'ALHO (PE) - Os encantos da bela cidade, em 1927

PAU D'ALHO (PE) - Excursionistas se divertindo na cidade, em 1927

PAU D'ALHO (PE) - Excursionistas em pose para fotografia, em 1927

GOI√āNIA (PE) - Excursionistas do Recife ao lado do prefeito, o coronel Serafim Pessoa de Melo, em 1928

Ponte sobre o rio SERINHA√ČM (PE) - 1929

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Fonte:
Revista da Cidade, edi√ß√Ķes de 1927, 1928 e 1929, dispon√≠vel digitalmente no site: Dom√≠nio P√ļblico

STF aprova dividir penas; José Dirceu e Genoíno serão presos

Por cinco votos a quatro, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu na noite desta quarta-feira, 13, "fatiar" o in√≠cio do cumprimento das penas dos condenados no processo do mensal√£o. A Corte reconheceu a imediata execu√ß√£o das penas para os crimes que n√£o s√£o questionados por meio dos chamados embargos infringentes. Com essa decis√£o, o ex-ministro Jos√© Dirceu, o ex-presidente do PT Jos√© Genoino e o ex-tesoureiro do partido Del√ļbio Soares, entre outros culpados, j√° come√ßam a cumprir parte das penas que receberam do tribunal.

O trio petista cumprirá pena por corrupção ativa, mas vai esperar uma decisão do Supremo em relação ao crime de formação de quadrilha. Dessa forma, eles vão começar a cumprir a pena em regime semiaberto, quando eles passam o dia na rua e têm de dormir na cadeia. A Corte deve apreciar o delito de formação de quadrilha supostamente cometido por eles apenas em 2014.

Os ministros do Supremo n√£o informaram quando inicia o cumprimento das penas dos condenados. Ao final da sess√£o, o ministro Roberto Barroso foi o √ļnico que falou com a imprensa. Ele disse que a decis√£o sobre o momento da execu√ß√£o da pena caber√° exclusivamente ao relator, ministro Joaquim Barbosa. O relator e presidente do STF anunciou que deve trazer nesta quinta-feira, 14, o resultado da sess√£o, com esclarecimentos sobre o julgamento. Ou seja, por ora, ainda n√£o foram expedidos quaisquer mandados de pris√£o.

Joaquim Barbosa votou pela execução integral das penas dos condenados, mesmo para aqueles que não tinham direito a um novo julgamento por determinadas penas. Contudo, prevaleceu o voto do ministro Teori Zavascki que foi a favor de não permitir a execução imediata das punição apenas dos réus que entraram com embargos infringentes sem ter, a princípio, direito ao recurso. Isto é, a Corte não decidiu prender, por exemplo, o deputado Valdemar Costa Neto (PR-SP), que nem sequer tinha direito ao embargo infringente.

Em Pernambuco, sal√°rios de PMs variam de R$ 2,5 mil a R$ 14 mil

Policiais pernambucanos, pelo menos os praças, também não estão bem no quesito remuneração quando comparados aos militares de outros estados brasileiros. Um soldado da Polícia Militar de Pernambuco (PMPE) está recebendo, atualmente, o soldo (salário) de R$ 1.961,70. Quando somados aos R$ 500 de gratificação de risco, o valor mensal chega a R$ 2.461,70, que fica bem abaixo do que recebe um soldado da PM no Distrito Federal, ou seja, R$ 4.122,05 por mês.

Os valores dos pagamentos dos militares pernambucanos est√° regulamentado pela Lei Complementar N¬ļ 169, de 20 de maio de 2011, e tem validade at√© 2014, quando acontece mais um reajuste no m√™s de junho.

J√° um coronel da PMPE est√° embolsando por m√™s, como valor de soldo, R$ 10.212,53. A gratifica√ß√£o de risco dos oficiais, que diga-se de passagem se arriscam bem menos que os pra√ßas, √© de R$ 3.734,28, o que acaba rendendo a eles, ao final do m√™s, um sal√°rio de R$ 13.946,81. N√£o √© de hoje que o blog tem recebido diversos e-mails com reclama√ß√Ķes referentes √† dispropor√ß√£o entre os valores das gratifica√ß√Ķes pagas aos militares do estado. Entre as outras patentes, os sal√°rios com as gratifica√ß√Ķes variam de R$ 2.871,98 (cabos) at√© R$ 11.347,26 (tenente-coronel).

Leia mais sobre o assunto em:



Sal√°rios de policiais variam mais de 200% de um estado para outro

A diferen√ßa dos valores de servidores da Seguran√ßa P√ļblica de todo o pa√≠s t√™m varia√ß√Ķes maiores que 200%. Segundo o 7¬ļ Anu√°rio Brasileiro de Seguran√ßa P√ļblica, estudo realizado pelo F√≥rum Brasileiro de Seguran√ßa P√ļblica e divulgado na semana passada em S√£o Paulo, ser investigador da Pol√≠cia Civil no Brasil √© ver as remunera√ß√Ķes da oscilarem at√© 268% entre os estados. A situa√ß√£o √© semelhante na Pol√≠cia Militar, onde a varia√ß√£o de sal√°rio de um soldado pode chegar aos 200%, dependendo do estado onde ele trabalhe.
Foto: Ricardo Fernandes/DP/D.A Press

O relat√≥rio do Anu√°rio listou as informa√ß√Ķes de sal√°rios das carreiras policiais e outras informa√ß√Ķes que comp√Ķem a seguran√ßa p√ļblica no pa√≠s. A pesquisa se valeu de dados de secretarias estaduais de seguran√ßa p√ļblica e de √≥rg√£os do governo federal, como o Minist√©rio da Justi√ßa e a Secretaria Nacional de Seguran√ßa P√ļblica. Na pesquisa de sal√°rios divulgada pelo Anu√°rio, tanto as posi√ß√Ķes de comando nas pol√≠cias como a de oficiais a eles subordinados t√™m varia√ß√Ķes que facilmente superam os 100%. Ao todo, no Brasil, s√£o cerca de 520 mil policiais.

No caso de coronel, por exemplo, patente mais alta da PM, a diferença chega a 144% quando comparados os R$ 21.531,36 recebidos no Paraná aos R$ 8.800 pagos a um coronel do Pará. Ainda na PM, a variação é maior na remuneração de soldados: enquanto no Rio Grande do Sul são pagos à patente R$ 1.375,71 mensais, no Distrito Federal o valor chega a R$ 4.122,05.

Entre as carreiras da Pol√≠cia Civil, a varia√ß√£o entre as remunera√ß√Ķes de delegados ultrapassam os 180%, equivalentes √† diferen√ßa entre os R$ 18.837 pagos a um delegado do Estado do Mato Grosso e os R$ 6.709,32 pagos no Estado mais rico da federa√ß√£o, S√£o Paulo. Tamb√©m na Pol√≠cia Civil, mas na fun√ß√£o de investigador, a varia√ß√£o atinge os 268% tendo em vista a diferen√ßa do que √© pago na pol√≠cia ga√ļcha, R$ 1.863,51, e na do Mato Grosso, R$ 6.854.


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Um pouco da história visual de cidades de Pernambuco, através de fotografias publicadas ao longo do século XX,

Um pouco da história visual de cidades de Pernambuco, através de fotografias publicadas ao longo do século XX, como as que seguem, publicadas nos remotos anos de 1925 e 1926.

GRAVAT√Ā (PE) - 1. Palacete do prefeito Rodolfo Moraes; 2. Cadeia P√ļblica; 3. Ponte sobre o Rio Ipojuca, mandado construir por Sergio Loreto; 4. Pa√ßo Municipal constru√≠do na administra√ß√£o do coronel Joaquim Didier; 5. Vista da cidade a partir do morro do Cruzeiro; 6. Cais de arrimo em constru√ß√£o; 7. Avenida Sergio Loreto, constru√≠da sob a administra√ß√£o de Rodolpho Moraes; 8. Grupo Escolar Paz e Trabalho, constru√≠do sob mando de Sergio Loreto, localozado na Pra√ßa 18 (?) de outubro, outrora chamada Rua da Alegria (ano: 1925)

LIMOEIRO (PE) - 1. Vista geral da cidade, vendo-se o rio Capibaribe, o Pa√ßo Municipal, o a√ßougue e o mercado p√ļblico; 2. Pa√ßo Municipal durante retorno da Europa do senador Severino Pinheiro, chefe local; 3. Imagem da cheia do Capibaribe em 1924, destacando-se a ponte de cimento armado que ligava a cidade ao seu interior; 4. Prefeito e seus funcion√°rios na Prefeitura; 5. Vista da Esta√ß√£o Great Western, no dia da chegada do Santa Cruz Foot Ball Club, que havia disputado um amistoso com o Colombo Sport Club (ano de publica√ß√£o das fotos: 1925)

S√ÉO LOURE√áO DA MATA (PE) - 1. Pa√ßo municipal, onde estavam instalados: Prefeitura, Concelho Municipal, Juri e Posto de Profilaxia Rural; 2. Pra√ßa Sergio Loreto quando recebia novo cal√ßamento; 3. Trecho da avenida Dr. Francisco Correa; 4. vista geral da cidade; 5. Trecho da Avenida Dr. Francisco Correa, vendo-se o cinema, o mercado etc.; 6. Matadouro Municipal; 7. Escola Municipal em constru√ß√£o; 8. Mercado p√ļblico (ano: 1925)

GURJA√ö (PE) - Inaugura√ß√£o de 2¬™ Linha Adutora da cidade, na qual estive presente o governador S√©rgio Loreto, em 1926

PESQUEIRA (PE) - 1. A chagada de excursionistas √† cidade; 2. Grupo Escolar Virginia Loreto, quando em sua inaugura√ß√£o; 3. Recep√ß√£o do governador na Vila de rio Branco; 4. Grupo Escolar Loreto Filho, quando inaugurado; 5. O chefe de Estado em partida no vag√£o de luxo (ano: 1925)